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A Aproximar apresenta o relatório "Competências Digitais e Empregabilidade na Amadora" (2026), um mapeamento inédito das barreiras à digitalização que afetam o acesso ao emprego no concelho, desenvolvido no âmbito do projeto Click para o Futuro. O estudo, realizado entre fevereiro e abril de 2026, combina análise de dados secundários com cinco grupos focais junto de 24 residentes em situação de desemprego e entrevistas com especialistas. Entre os principais resultados, destaca-se que apenas 4 em cada 24 participantes têm computador próprio, que 16 nunca participaram num processo digital de recrutamento, e que 59% das novas inscrições no serviço de emprego da Amadora resultam de situação de inatividade, e não de perda de emprego. Um perfil que coincide, segundo o relatório, com os grupos que apresentam menor proporção de competências digitais básicas a nível nacional. O relatório identifica ainda que a barreira principal não é a falta de acesso à internet, praticamente universal entre os participantes através do telemóvel, mas sim o tipo de tarefa: tarefas de comunicação pessoal são maioritariamente descritas como "fáceis", enquanto o correio eletrónico, os portais públicos e as candidaturas a emprego surgem repetidamente como "difíceis" ou dependentes de terceiros. Para complementar o diagnóstico, a Aproximar lança simultaneamente a ferramenta interativa "Das Competências às Medidas", que liga as cinco áreas de competência digital do quadro europeu DigComp 3.0 a medidas educativas e de política concretas, com foco na empregabilidade. A ferramenta é dirigida a decisores políticos, equipas técnicas e investigadores — nomeadamente às equipas da Câmara Municipal da Amadora — como instrumento de apoio ao planeamento de intervenções futuras. O relatório sublinha que nem o Diagnóstico Social da Amadora 2024 nem o Plano de Desenvolvimento Social e de Saúde 2026-2030 tratam atualmente a literacia digital como eixo de intervenção próprio, e propõe doze medidas, entre programas e ferramentas metodológicas, para colmatar esta lacuna. O relatório completo e a ferramenta interativa estão disponíveis em: https://www.aproximar.pt/click-para-o-futuro.html _______________________________ Sobre o Click para o Futuro O Click para o Futuro é um projeto da Aproximar dedicado a combater a exclusão digital como barreira ao acesso ao emprego no concelho da Amadora, através de formação gratuita em competências digitais para pessoas em situação de desemprego, incluindo jovens NEET e migrantes.
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A iniciativa, que leva uma incubadora educativa ao Estabelecimento Prisional de Leiria Jovens, foi distinguida entre mais de 1.000 candidaturas na maior edição de sempre do prémio. Amadora, 18 de setembro de 2026 — A Aproximar — Cooperativa de Solidariedade Social viu o seu projeto DigiLab ser reconhecido como um dos vencedores da 4.ª edição do Prémio Sonae Educação, numa cerimónia que decorreu a 10 de setembro no Auditório da Fundação de Serralves, no Porto. O prémio distinguiu seis projetos, que partilham uma dotação global de 150.000 euros destinada a ampliar o seu impacto. O DigiLab foi selecionado de entre mais de mil candidaturas — o maior número desde a criação do prémio — na categoria Geral, ao lado de iniciativas de referência no panorama educativo nacional. O projeto propõe transformar um espaço devoluto no Estabelecimento Prisional de Leiria Jovens, o único estabelecimento prisional em Portugal destinado a jovens, numa incubadora educativa: um ambiente de aprendizagem, tecnologia e criatividade que converte o tempo de reclusão em tempo de descoberta de talentos e de preparação para a liberdade. Através de um modelo de incubadora, o DigiLab capacita jovens entre os 16 e os 25 anos em três dimensões essenciais: competências socioemocionais, digitais e de empregabilidade, apoiando a construção de um projeto de vida sustentável para a transição para a liberdade. O espaço integra quatro áreas de intervenção: BiblioLab, HubDigital, EstúdioLab e NextLab, que abrangem desde a literacia digital, robótica e realidade virtual às técnicas de cinema, fotografia e orientação vocacional. https://www.youtube.com/watch?v=NuQm5uMQb1I Ao reconhecer o DigiLab, o Prémio Sonae Educação distingue uma abordagem que parte de uma convicção clara: as prisões podem ser pontos de viragem, e o tempo de reclusão pode ser transformado em tempo de aprendizagem e construção de futuro. O DigiLab resulta de uma resposta coletiva, coordenada pela Aproximar, em parceria com a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) e o Estabelecimento Prisional de Leiria Jovens, o Politécnico de Leiria e a IPS — Innovative Prison Systems. A iniciativa é apoiada pelo Portugal Inovação Social e pelo Portugal 2030, através de Fundos da União Europeia, e conta ainda com o apoio de investidores sociais como o Banco BPI, a Fundación "la Caixa", a Fundação Manuel António da Mota e o Município de Leiria. Com o financiamento agora atribuído, o DigiLab poderá avançar para a criação das condições físicas, tecnológicas e pedagógicas que darão ao projeto qualidade, identidade e continuidade, prevendo-se um impacto direto em cerca de 100 jovens. Lisboa, setembro de 2026 — O Turning Blue, projeto europeu coordenado pela Aproximar, foi diretamente referenciado num relatório recentemente publicado pelo Instituto Internacional da UNESCO para a Educação Superior na América Latina e nas Caraíbas (UNESCO IESALC). O projeto surge como caso prático na secção "Voices of Stakeholders: Community Perspectives" (páginas 41–47), sendo apresentado como exemplo de como a economia azul pode abrir caminhos de reintegração social a jovens em contexto prisional.
A publicação, disponível em três línguas — inglês, português e espanhol —, integra o Turning Blue numa reflexão mais ampla sobre a construção de uma economia azul inclusiva e sustentável, oferecendo um reconhecimento externo por parte da UNESCO ao trabalho desenvolvido pela Aproximar e pelos seus parceiros. Um reconhecimento internacional O relatório destaca o trabalho do Turning Blue na ligação entre jovens em contexto prisional e oportunidades de emprego na economia azul, dando particular atenção aos resultados do piloto português. A publicação aborda também as barreiras à implementação, o estigma por parte dos empregadores, as questões de sustentabilidade e o potencial das carreiras azuis para apoiar a reintegração social. Ao colocar o Turning Blue ao lado de outras perspetivas de comunidades e partes interessadas de vários pontos do mundo, a UNESCO reforça a relevância do modelo desenvolvido pela Aproximar: um caminho de segunda oportunidade que liga serviços prisionais, técnicos de orientação profissional, empregadores da economia azul e organizações da sociedade civil. Sobre o Turning Blue O Turning Blue — "Integrar jovens infratores através da economia azul" — foi um projeto de 36 meses (2023–2026), cofinanciado pelo Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura (EMFAF), ao abrigo da candidatura EMFAF-2023-BlueCareers, e gerido pela Agência de Execução Europeia para o Clima, as Infraestruturas e o Ambiente (CINEA), em nome da Comissão Europeia. Coordenado pela Aproximar – Cooperativa de Solidariedade Social (Portugal), o consórcio reuniu nove parceiros de cinco países da UE: Aproximar e Innovative Prison Systems (Portugal); Stichting ProSea Marine Education, Pelagic Freezer Trawler Association (PFA), Stichting Click F1 e Stichting 180 (Países Baixos); EaSI – European Association for Social Innovation (Roménia); Magnetar Ltd (Chipre); e I.R.F.I.P. (Itália). Ao longo de três anos, o projeto chegou a mais de 80 jovens em contexto prisional e capacitou mais de 80 profissionais de prisões, orientação profissional e setores marítimos, desenvolvendo um curso de sensibilização para a economia azul, um modelo estruturado de transição, uma plataforma online de correspondência de emprego e um programa de mentoria. Esta menção pela UNESCO surge como mais um reconhecimento do impacto e da continuidade do trabalho iniciado com o Turning Blue. Consulte a publicação oficial da UNESCO: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000399127 Cascais, maio de 2026 — No âmbito do programa de mobilidade internacional "Mobility for Young People – Portugal", organizado pela Aproximar no quadro do projeto europeu Ties of Freedom, um grupo de jovens e adultos de cinco países visitou a Galeria de Arte Urbana da Torre, no bairro do Rosário, em Cascais. A visita, conduzida pelo presidente da Associação Juvenil Somos Torre, permitiu compreender em profundidade o desenvolvimento comunitário do bairro e o projeto de arte urbana que ali decorre desde 2018, o Festival Infinito. Uma viagem pela arte e pela comunidade Durante o percurso pelo bairro, os participantes puderam ver os murais criados ao longo das várias edições do Festival Infinito e compreender os processos democráticos e o envolvimento comunitário que estão na base desta iniciativa. Mais do que um simples percurso por um conjunto de obras de arte urbana, a visita ao Bairro da Torre constituiu um exemplo prático de como a arte pode ser usada como instrumento de participação cívica e de coesão social — um tema central nos Democratic Talks organizados pela iniciativa Ties of Freedom. O Festival Infinito e a Associação Somos Torre O Festival Infinito, organizado pela Associação Juvenil Somos Torre, traz uma nova onda de criatividade e união ao Bairro da Torre, em Cascais. O evento, que tem ganho destaque na cena artística e cultural do município, reúne artistas e a comunidade local, bem como pessoas de outros países, em torno do tema da arte urbana, com o objetivo de revitalizar espaços e reforçar os laços sociais. Desde 2018, a Associação Somos Torre tem liderado projetos de regeneração comunitária através da arte urbana, organizando edições do festival em vários locais de Cascais, tanto no centro como na periferia. Estas iniciativas têm não só trazido visibilidade e impacto significativos às comunidades envolvidas, como também aberto os bairros a visitantes, celebrando a arte urbana como instrumento de transformação social. A arte ao serviço dos jovens locais O Festival Infinito reflete a missão da Associação Somos Torre, que é a de proporcionar aos jovens do Bairro da Torre formas significativas de ocupar o seu tempo livre e ajudá-los a definir objetivos de vida. Através da arte, o festival procura não só embelezar o espaço urbano, mas também inspirar e capacitar os jovens locais, reforçando o seu sentido de comunidade e identidade cultural. Para os participantes na "Mobility for Young People – Portugal", vindos de França, Espanha, Itália, Roménia e Portugal, a visita ao Bairro da Torre constituiu um exemplo vivo de como as comunidades podem transformar os seus próprios espaços através da criatividade, da participação e do envolvimento coletivo — valores que estão no cerne do projeto europeu e dos seus Democratic Talks com crianças e jovens. Clique aqui para editar. Quem quiser saber mais sobre o Festival Infinito pode visitar as suas páginas nas redes sociais:
Festival Infinito ♾Arte Urbana (@infinitofestival) • fotos e vídeos do Instagram Festival Infinito regressa ao Bairro da Torre - Notícias de Cascais Notícia elaborada a partir de documentos internos do projeto Ties of Freedom e de informação partilhada sobre o Festival Infinito e a Associação Somos Torre. ___________ Ties of Freedom (101196470) é uma iniciativa Cofinanciada pela União Europeia. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade do(s) autor(es) e não refletem necessariamente as da União Europeia nem as da entidade financiadora. Todos os materiais são utilizados em conformidade com os direitos de propriedade intelectual e os direitos de terceiros aplicáveis. Conferência final reuniu parceiros de cinco países europeus no Templo da Poesia, em Oeiras, para apresentar um modelo de reinserção através da economia azul Oeiras, 26 de junho de 2026 — O projeto Turning Blue, cofinanciado pelo Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura (EMFAF) e gerido pela Agência de Execução Europeia para o Clima, as Infraestruturas e o Ambiente (CINEA), em nome da Comissão Europeia, concluiu esta semana três anos de trabalho com uma conferência final em Oeiras. O objetivo do projeto: abrir caminhos de carreira na economia azul a jovens vulneráveis, entre os 16 e os 30 anos, através de um modelo de transição testado em cinco países. Ao longo de 36 meses, um consórcio de nove entidades de Portugal, Países Baixos, Roménia, Chipre e Itália chegou a mais de 80 jovens em contexto prisional com formação de sensibilização para a economia azul, e capacitou mais de 80 profissionais de prisões, orientação profissional e setores marítimos. O projeto organizou ainda um curso de formação de formadores, cinco seminários nacionais com mais de 100 participantes — incluindo na Roménia, em Constança, com o apoio da Universidade Marítima de Constança — e dois eventos europeus online, ultrapassando os 500 participantes no total. "Enquanto criminóloga, atravessava todos os dias a Ponte 25 de Abril a caminho do trabalho e não parava de pensar: porque é que não exploramos estes setores? O oceano, os portos... há ali uma oportunidade", conta Rita Lourenço, Diretora Adjunta e responsável pela Unidade do Sistema de Justiça Criminal da Aproximar, sobre a origem da ideia do Turning Blue. "O que podemos fazer para juntar tudo isto e arranjar emprego para jovens vulneráveis neste setor?" Um dia de partilha e novos horizontes A sessão abriu com as boas-vindas da Aproximar, entidade anfitriã, por João Melo (Chief Operating Officer da Área de Conhecimento do Sistema de Justiça Criminal), seguida de uma apresentação em formato TED Talk sobre o projeto, por Rita Lourenço (Diretora Adjunta, Gestora da Unidade do Sistema de Justiça Criminal) e Max ter Beek (Gestor de Projeto, Click F1), e de uma atividade interativa — o Jogo da Pesca —, dinamizada por Roos Swart (Coordenadora de Curso e Gestora de Projeto na ProSea Marine Education). "Começámos por mapear os diferentes setores — pescas e aquicultura, trabalho portuário, transporte marítimo, serviços marítimos e turismo — e por perceber que competências são exigidas em cada um", explica Max ter Beek, Gestor de Projeto na Click F1. "Depois avançámos para a formação, com workshops construídos à volta do 'aprender fazendo', porque foi isso que resultou melhor com os jovens. E deixamos sempre que sejam eles a decidir o que querem explorar a seguir." Depois de uma pausa para café, com acesso à Galeria Turning Blue, os participantes seguiram para dois workshops práticos: "Explorar a Economia Azul", conduzido por Celso Alves (Universidade de Leiria), e "Mergulhar na Empregabilidade no Sistema de Justiça Criminal", conduzido por Bruno Coutinho (Fundação "la Caixa", Incorpora y Reincorpora). "A nossa experiência com o programa Incorpora ensinou-nos que é muito difícil trabalhar a empregabilidade quando as pessoas já estão cá fora. Temos de começar antes da libertação — com um acompanhamento de grande intensidade ainda dentro da prisão, normalmente entre seis a vinte meses antes da saída", sublinha Bruno Coutinho, da Fundação "la Caixa" (Incorpora y Reincorpora). "Em contextos de fragilidade e vulnerabilidade, as pessoas desenvolvem competências como a criatividade e a resiliência. O nosso papel é reorientar essas competências para o mercado de trabalho." A tarde trouxe um seminário participativo, moderado por Cor Blonk (Secretário para os Assuntos Laborais da Pelagic Freezer Trawler Association — PFA), e um painel sobre os desafios e oportunidades europeias da reinserção, moderado por Claire Machan (Coordenadora do Portefólio de Reabilitação, Reintegração e Comunidade na IPS_Innovative Prison Systems), com testemunhos em primeira pessoa dos próprios jovens. Depois da exibição de um vídeo sobre o Turning Blue, Gonçalo Salema (Aproximar) e Ana Rita Pires (IPS_Innovative Prison Systems) apresentaram "A Rota do Bacalhau: Traçando Novos Caminhos Juntos". As palavras de encerramento couberam à Sandra Cruz (Vice-Diretora-Geral da DGPM) e Tiago Leitão (CEO da Aproximar), seguindo-se um cocktail de networking e jantar nos jardins do Palácio do Marquês de Pombal, com música ao vivo e produtos feitos por jovens no Estabelecimento Prisional de Leiria-Jovens. Entre os muitos participantes que deram voz ao dia estiveram Ruben Eiras (Secretário-Geral do Forum Oceano), Ioan Durnescu (Professor, Universidade de Bucareste), Marilena Donnaloia (Bióloga Ambiental na Fondazione Marevivo), Juan Torres (Advogado, Cardedeu Legal Advocates e Professor Universitário), Márcia Passos (Membro do Conselho de Administração da DocaPesca), Rodrigo Oliveira (Stone Soup Leadership Project), Kenny Baas (Bek & Verburg), Joris Van Den Boer, Ed Santman (Partners in Crime Prevention) e Alberto da Michele (Click F1).
O papel dos empregadores foi um dos temas mais discutidos do dia. "As empresas e organizações têm uma responsabilidade social nesta matéria. Há tantas oportunidades espalhadas pelo território português — só precisamos de acreditar que é possível", afirmou Márcia Passos, da DocaPesca. Kenny Baas (Bek & Verburg) acrescentou: "É preciso ajuda e estrutura para receber estes jovens nas nossas empresas. É preciso um verdadeiro compromisso por parte do empregador, e o apoio de mentores e organizações é igualmente importante." Joris Van Den Boer questionou o que mais pode ser feito: "O que mais podem os empregadores fazer para que isto tenha mais sucesso? Precisam de entrar em cena numa fase muito inicial, para começar a construir essa relação profissional desde cedo." Uma ideia reforçada por Rodrigo Oliveira (Stone Soup Leadership Project): "É fundamental que as empresas se envolvam nestes projetos. Precisam de estar atentas a algumas particularidades, e é preciso envolver todas as partes interessadas para que todos estejam preparados para receber estes jovens." O que o projeto deixa Ao longo de três anos, o Turning Blue desenvolveu um curso de sensibilização para a economia azul, um modelo estruturado de transição que liga serviços prisionais, técnicos de orientação profissional, empregadores da economia azul e organizações da sociedade civil, uma plataforma online de correspondência de emprego (job-matching) e um programa de mentoria que junta jovens a mentores para aprendizagem e acompanhamento no local de trabalho — tudo orientado por um roteiro dos setores da economia azul mais adequados a este público. A conferência final marca um momento importante, mas não o fim: seguem-se novidades do projeto nos próximos meses. Sobre o projeto: O Turning Blue — "Integrar jovens infratores através da economia azul" — é um projeto de 36 meses (2023–2026), cofinanciado pelo Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura (EMFAF), ao abrigo da candidatura EMFAF-2023-BlueCareers, e gerido pela Agência de Execução Europeia para o Clima, as Infraestruturas e o Ambiente (CINEA), em nome da Comissão Europeia. Coordenado pela Aproximar – Cooperativa de Solidariedade Social (Portugal), o consórcio reúne nove parceiros de cinco países da UE: Aproximar e Innovative Prison Systems (Portugal); Stichting ProSea Marine Education, Pelagic Freezer Trawler Association (PFA), Stichting Click F1 e Stichting 180 (Países Baixos); EaSI – European Association for Social Innovation (Roménia); Magnetar Ltd (Chipre); e I.R.F.I.P. (Itália). Temos a honra de anunciar que o Freedom Crickets foi distinguido com o 3.º lugar no EuroPris Prison Achievement Award 2026, reconhecendo práticas inovadoras e de impacto nos sistemas prisionais europeus. Implementado pela Aproximar em parceria com o Estabelecimento Prisional Regional de Leiria (Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais) e um vasto conjunto de parceiros, o Freedom Crickets é um programa inovador de intervenção social que utiliza a criação de grilos em contexto prisional para reforçar as perspetivas de reintegração de jovens privados de liberdade. O programa combina o desenvolvimento de competências de vida, aprendizagem baseada no trabalho, sustentabilidade e empregabilidade, articulando inclusão social, prevenção da criminalidade e ação climática. Este reconhecimento europeu destaca o valor de criar oportunidades para que jovens em detenção desenvolvam competências, construam confiança e se preparem para uma reintegração bem-sucedida na sociedade. Reforça igualmente a importância da colaboração intersectorial na conceção de soluções que respondam a desafios sociais, promovendo resultados positivos para os indivíduos e para as comunidades. Gostaríamos de agradecer a todos os participantes, à administração e profissionais prisionais, parceiros e apoiantes cujo empenho contribuiu para o desenvolvimento e impacto do programa. Esta distinção encoraja-nos a continuar a desenvolver práticas inovadoras e baseadas em evidências que promovam a inclusão, o empoderamento e a mudança social. #FreedomCrickets #Aproximar #EuroPris #PrisonAchievementAward #InovaçãoSocial #Reintegração #DesenvolvimentoDeCompetências #EmpowermentJuvenil #Sustentabilidade #ImpactoSocial #news | Já está disponível a terceira Newsletter da iniciativa DigiFusE – Digital Future Skills for Education, que apresenta os mais recentes desenvolvimentos da parceria dedicada à transformação digital em contextos educativos de maior vulnerabilidade. Nesta edição, são partilhadas atualizações sobre os pilotos implementados na Alemanha, Países Baixos, Portugal e Turquia, bem como informação sobre o método EU DigiFusE e a participação do consórcio na conferência da European Prison Education Association (EPEA). A iniciativa DigiFusE pretende contribuir para o desenvolvimento de ambientes educativos digitais mais seguros, inclusivos e eficazes, especialmente em instituições que acompanham pessoas em situação de vulnerabilidade. --
A iniciativa DigiFusE (projeto nº 2024-1-NL01-KA220-ADU-000254951) é cofinanciada pela União Europeia e reúne um consórcio de parceiros europeus. A Aproximar é a entidade representante em Portugal. #Aproximar #DigiFusE #EducaçãoDigital #InclusãoDigital #ErasmusPlus #news | A iniciativa PREVENT, coordenada pela Aproximar, lançou a sua primeira newsletter, reunindo os principais resultados alcançados nos primeiros meses de implementação.
Esta edição destaca o evento de Consulta & Validação com Stakeholders Europeus, que permitiu recolher contributos relevantes para o desenvolvimento de uma abordagem mais integrada e eficaz na área da saúde mental dos profissionais que integram o ecossistema da justiça. O PREVENT centra-se na promoção de uma abordagem abrangente e orientada para a promoção da saúde mental, reforçando mecanismos como a prevenção do suicídio, a literacia em saúde mental e a resiliência dos profissionais do setor da justiça. O PREVENT (101233558 — PREVENT—EU4H-2024-PJ-03) é uma iniciativa cofinanciada pela União Europeia. A Aproximar é a organização coordenadora desta parceria. Co-Financiado pela União Europeia. As opiniões e pontos de vista expressos são da responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a posição da União Europeia ou da HaDEA. Nem a União Europeia nem a HaDEA podem ser responsabilizadas por essas opiniões. #HealthUnion #EU4Health #MentalHealth #Justice #Aproximar #ProjectPREVENT #InovaçãoSocial #CooperaçãoEuropeia #EUfunded, #HealthUnion, #EU4Health, #EUPharmaStrategy,#EUGlobalHealthStrategy, #HealthierTogether, #EUCancerPlan, #EUCancerMission,#StrongerTogether, #UnitedInProtection, #ResearchImpactEU, #MissionCancer A edição final da Newsletter CoPPer disponibiliza os principais recursos na área do voluntariado na probation, e partilha as atividades e aprendizagens no âmbito desta cooperação europeia, dando ainda destaque às pessoas e entidades envolvidas ao longo do percurso, incluindo serviços de probation, organizações da sociedade civil, universidades e organizações promotoras de voluntariado.
➡️ Leia a newsletter aqui A iniciativa Copper (2022-1-NL01-KA220-ADU-000089938) é cofinanciada pela União Europeia. A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais e a Aproximar são os parceiros nacionais. #Voluntariado #ReinserçãoSocial #CoPPer #Aproximar #DGRSP #CoPPer #OPV #Probation #Portugal Já pode consultar a mais recente edição da Newsletter FRIEND, com conteúdos, reflexões e novidades sobre o desenvolvimento da iniciativa e o trabalho realizado pela Aproximar a nível europeu. Leia a newsletter aqui! Quer acompanhar o Friend e descobrir outras iniciativas focadas em envelhecimento e longevidade?
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